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Publicado em 30/09/2026
Artigos Científicos

Uso de antioxidantes em meios diluidores para sêmen ovino: revisão de literatura

30 de setembro de 2026

Data de publicação: 2015

Autores: SAVI, PA.P.; ZAVAREZ, L.B.; KIPPER, B.H.; FELICIANO, M.A.R.; VICENTE, W.R.R.; OLIVEIRA, M.E.F.

Revista: ARS Veterinária

O desequilíbrio entre o sistema de defesa antioxidante e a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS) ocasionam o estresse oxidativo, caracterizado por danos celulares prejudiciais na qualidade espermática. Os espermatozoides de ovinos possuem grande susceptibilidade ao estresse oxidativo e consequentemente à peroxidação lipídica, devido a maior quantidade de ácidos graxos poliinsaturados presentes em sua membrana plasmática e a presença de um citoplasma reduzido que mantêm baixas as concentrações de enzimas antioxidantes. Dessa forma, torna-se importante adicionar substâncias antioxidantes aos meios diluidores do sêmen, que são subdivididas em dois grupos os enzimáticos e não enzimáticos. Dentre os antioxidantes enzimáticos endógenos presentes no plasma seminal destacam-se a catalase (Cat), a glutationa peroxidase (GSH), o superóxido dismutase (SOD) e a cisteína. Já os não enzimáticos são: vitamina E (Tocoferol), vitamina C e resveratrol. A adição dos antioxidantes é vantajosa na criopreservação do sêmen ovino, entretanto em excesso se torna prejudicial, pois participam de importantes fases da aquisição do potencial fertilizante espermático, como a capacitação, hiperativação, reação acrossomal e sua interação com o oócito. Sendo assim a presente revisão visou agrupar os principais antioxidantes, seus malefícios e benefícios na criopreservação do sêmen ovino.

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